segunda-feira, 2 de maio de 2011

Osama Bin Laden, Barack Obama, Estados Unidos da América e toda a verdade (ou não) sobre a CONSPIRAÇÃO! (ou não)





Barack Obama, Bin Laden e a guerra ao terror: Um questionamento válido


Olá meus amigos, o mundo está em polvorosa com a notícia da morte do terrorista Osama Bin Laden. Venho com este artigo tentar levantar alguns pontos sobre Osama Bin Laden, Barack Obama, a guerra ao terror, hipocrisia e a história norte-americana.
Em primeiro lugar, gostaria de deixar claro que o que vou postar é apenas um monte de informações coletadas na internet, questionamentos meus, de outros, pensamentos e criticas etc... Nada que tenha valor didático ou educacional, nada para se calcar em estudos. Apenas um assunto interessante que resolvi comentar.


Bom, domingo dia 01 de maio, dia do trabalho... Feriado em pleno domingão, ninguém merece, certo? Então, ai que me deparo com uma notícia. O terrorista temido por todos, o bicho papão dos EUA, o carrasco do onze de setembro, Osama Bin Laden, está morto!

Bom, segundo as fontes oficiais norte-americanas, ele foi morto em combate, durante uma ação das tropas dos Estados Unidos da América, levou dois tiros, um na cabeça, outro no peito. Seu corpo? Foi jogado no mar. Fotos de seu corpo? Uma veio a tona em uma rede de tv paquistanesa. Falsa, segundo o jornal inglês “The Guardian”. Uma foto dele de 1998, “fotoshopizada” com uma foto de algum caboclo morto. O link dessa matéria é esse:

http://www.midiamax.com/Mundo/noticias/751698-imagem+bin+laden+morto+uma+farsa+revela+jornal+ingles.html

E existe outro fato interessante. Os EUA enfrentam sua pior crise econômica desde a quebra da bolsa de 29. Barack Obama não estava tão popular e parecia que não era tudo aquilo que todos esperaram. Veio bem a calhar essa notícia do mais procurado criminoso internacional. Barack agora voltou a ter uma popularidade muito grande.
Bom, não achem que estou tendo ideias conspiratórias sobre esse assunto.
Hmm... Quem sabe, pode ser. Achei um site, com um artigo interessante...

http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=517

O site contém um artigo bem escrito e com informações interessantes, dizendo que Osama Bin Laden morreu há muito tempo, há quase 10 anos. Não vou dissertar e colocar várias evidências, tecer uma tese, e tudo mais, pois esse nem é meu objetivo. Apenas estou indicando essa leitura que é muito válida.


Enfim... Por que duvidar dos EUA? A nação mais poderosa e soberana de todo o mundo?
E pergunto, por que acreditar? Barack Obama está no poder, seu mandato está quase acabando, o cara ganhou um Nobel da paz, sendo que ele continuou com a ocupação no oriente médio, além de mandar reforços. Não sou contra o Obama, simpatizo muito mais com ele do que com o orelhudo do George Bush, filhinho do George Bush papai.
Porém, temos que entender, essa notícia veio em boa hora. Com a crise econômica, a popularidade em baixa, sendo a morte do Bin Laden parte da única promessa de campanha que o Barack conseguiu cumprir.

E só por isso o cara sai como herói. Bom, tudo bem, Bin Laden foi um homem cruel, fanático e alucinado em suas ideias. Trouxe milhares de mortes lá nos EUA. (Um adendo, no último link que postei nesse artigo, há o questionamento sobre Osama Bin Laden não ter nada a ver com o atentado as torres gêmeas, mas eu estou apenas tomando parte da maioria que acredita que ele foi o responsável, apenas para não desviar o foco)
Agora... E os próprios Estados Unidos da América? Defensores da liberdade, igualdade, fraternidade, ideais herdados da revolução francesa. Eles sim são os grandes carrascos, calhordas e ditadores do século XX.

Primeiro, lucrando rios de dinheiro em vendas de armamentos e suprimentos na primeira guerra mundial. Repetiriam isso na segunda guerra. Desenvolvimento da bomba nuclear, que aniquilaria duas cidades japonesas, Hiroshima e Nagasaki, matando milhares de inocentes civis. Pessoas que nada tiveram a ver com os ataques a Pearl Harbor. A guerra do Vietnã, ataques com bombas napalm, desfolhando florestas, deformando soldados, civis, crianças...
Sem contar qualquer outra guerra ou conflito que os EUA tenham se envolvido.
Hitler foi maligno, Stalin foi cruel, Mussolini foi terrível. Bush, Roosevelt, Reagan e Cia foram MONSTROS...

Mas enfim, cada um com seus heróis. Eu sou mais os japoneses mesmo. Ultraseven venha nos ajudar, por favor! Ou até mesmo os latinos. E agora? Quem poderá me defender? EUUU! O CHAPOLIN COLORADO!

Enfim... Sem mais delongas, decurtas e devaneios, quero deixar vocês com a pulga atrás da orelha. Bin Laden morreu ou não morreu. Se ele morreu, Barack Obama virou o melhor presidente de toda a história dos EUA? Se ele vive, Barack vai ser considerado uma farsa como presidente? O que acham? Vamos polemizar.

Só espero que o Schawznegger não me decepcione quando for eleito presidente!




HASTA LA VISTA! BABY!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cursus de sapientia philosophiae buteco: Pseudismos, Modismos e Frescuras


ATENÇÃO: Não costumo usar linguagem ofensiva e palavrões. Entretanto, como a internet é um meio livre e não estarei citando nomes de pessoas físicas ou jurídicas, vou usar muitos palavrões nesse post. Recomendo que tirem as crianças da frente do computador e que tire os mais idosos também. Pronto? Já tirou todo mundo? Então leia essa merda antes que você se arrependa.

Quem me conhece sabe que sou uma pessoa que odeia, e ODEIO mesmo, uma coisinha chamada frescura. Outra coisa que odeio são as modinhas e os "pseudos" qualquer coisa.
Bom, como já devem estar imaginando vim aqui na seção do curso de sabedoria filosófica de buteco falar sobre algumas das coisas que eu mais desgosto:

FRESCURA
MODINHAS
"PSEUDISMOS"

FRESCURA

Em primeiro lugar vamos falar de frescura, bem conhecido popularmente, e vulgarmente, como o famoso "cu doce", ou até mesmo, homofobicamente conhecida como "viadagé" ou "viadagem".
Quando uso qualquer um desses termos não estou fazendo referências as tendências ou opções sexuais de outra pessoa. Tão pouco estou tendo comportamento homofóbico e criticando escolhas pessoais. Utilizo esses termos para designar comportamentos eufóricos ou demasiados ridículos para uma situação simples de resolução pragmática.
Por exemplo:

Quando você comprimenta uma pessoa ela faz cara de nojo? Estou cagado? Com o perdão da palavra. Ou então quando essa pessoa esnoba você ao invés de simplesmente dizer "Bom dia". Sim, a "esnobisse" é outra forma de viadagem, frescura, cu doce, etc.
Podemos também visualizar a imagem daquela pessoa que nunca passou qualquer tipo de necessidade, aperto ou dificuldade material, ou então que sempre teve grana, e que de repente se ve submetida a ter que andar de ônibus ou fazer compras no centro da cidade, ao invés de andar de carro com ar condicionado ou fazer todo e qualquer tipo de compra no shopping center.
Tudo bem que essa pessoa possuia um alto padrão de vida e não é fácil se adaptar a novos desafios. Mas por favor! Pega a merda do ônibus e vai na porra da cidade, sem ficar abrindo a bosta da matraca pra reclamar, senão eu pego a buceta da minha mão e enfio no pé da suas "zoreia".

Existem muitas outras formas de frescura que nem sei compensa citar, tudo isso somente irá aumentar meu nível de raiva contra a raça sub-humana.

Modismos

Modismos, mais vulgarmente conhecidos como modinhas, são as tendências populares de uma época. Desde que eu me conheço por gente já vi dezenas e mesmo eu sendo esse poço de sabedoria e cultura... hmmm, quero dizer, mesmo eu sendo uma pessoa de bom senso e relativamente culta, se comparado a maioria da população brasileira, já fui vitíma, ou melhor, já fiz parte de algumas modinhas.

Mas o que me irrita é modismo por modismo. Eu já tive tamagochi, já joguei tazo e já assisti pokemon. Eu era criança, tudo bem que as vezes quando passa pokemon eu ainda assisto, mas isso não vem ao caso. O que importa é o fato de que muitas pessoas embarcam na moda por vontade do meio e não delas mesmas.

Ai alguém me pergunta:

Ei Vaco! Mas você está dizendo que as pessoas não tem livre-arbítrio? Que elas não podem decidir por si mesmas? Que a vont...

CALADO!

Bom, eu quero dizer várias coisas, mas deixe eu explicar melhor o que é que eu penso a respeito disso, sem desrespeitar a inteligência, ou falta, de ninguém e sem passar por cima de alguma teoria da comunicação.

O ser humano é um ser vivo, racional, com telecefalo altamente desenvolvido e polegar opositor.
(Aproveito o ensejo e peço que assistam o documentário Ilha das Flores, do qual tirei a frase acima, uma visão muito interessante sobre o ser humano e seu comportamento, agora voltando ao assunto...)Temos a capacidade de observar, entender, ponderar, comprovar, estudar, criar, vivenciar, deduzir, induzir, modificar, entre outras, que aliadas ao livre arbítrio comandam nossas escolhas e decisões do dia a dia.
Entretanto a maioria das pessoas parece simplesmente aceitar aquilo que nos é empurrado por todos os lados. Sem antes questionar o valor daquilo.
Lógico, tem gente que gosta de funk carioca, música eletrônica, braceletes coloridos, pantene e revistas de fofoca porque gosta e sabe que gosta daquilo por algum motivo que só ela e Deus sabem e eu não faço questão nem de imaginar. Entretanto é uma minoria infima.

Imagino eu... o que gera esse tipo de situação?
Hmmm... Pobreza? Formação cultural? Criação dos pais? Escola? Política? A televisão?

É teórico e é relativo... Então não cabe a mim decidir. Estou apenas, como diria o grande Mussum, Potrestando! Eu só potrestis! Eu só potrestis!
E agora meus amigos...agora vem o pior!

PSEUDISMOS!

Não confundir com pseudônimos. Pseudismos é um neologismo que vou usar para me referir aquelas pessoas que fingem ser algo ou que imaginam ser algo e não são.
A pior espécie de pseudistas, seriam os pseudo-intelectuais e os pseudo-engajados.


Mas o que é o pseudista? Como identificá-lo?
Pseudointelectuais, pseudo engajados, pseudo eruditos, pseudo poetas, pseudo qualquer raio que seja são geralmente oriundos da classe média. Tem gostos ao mesmo tempo estranhos mas com base bem popular. Não se aprofundam em nada e adoram frases de efeito, jargões e pensamentos prontos. Citam escritores, pensadores, filosofos, músicos e celebridades sem pestanejar. Adoram apontar o óbvio e como Nietzsche afirmaria: "Quem sabe que é profundo busca a clareza. Quem deseja parecer profundo para a multidão procura ser obscuro porque a multidão toma por profundo aquilo cujo o fundo não vê, ela é medrosa... exita em entrar na água"

O mais engraçado é que Niezstche é uma das leituras favoritas dos pseudistas, muito embora a maioria nem tenha lido Niezstche. Alguns podem até ter lido "Quando Niezstche chorou" e acreditar que aquilo é uma obra dele e pior, uma obra não-fictícia.

Enfim. Virou modismo ser pseudo alguma coisa.
Citar Niezstche, falar enfadonhamente sobre um assunto sem propósito de esclarecer ou defender um ponto de vista, apenas por se mostrar prolífico, quando na verdade está sendo infrutífero. Tudo isso e muito mais virou coisa de gente oca, gente vazia e que não tem mais o que fazer senão falar abobrinhas.

Merda por merda, prefiro ouvir as minhas.

E mesmo com toda a superficialidade com que tratei esses assuntos, ainda asim me considero um vingador contra esse tipo de gente mediocre.

Sem mais delongas, com mais decurtas, fica aqui um protesto pacífico de um cabra muito homi que não aceita a idiotice presunçosa da atual juventude. Sim, idiotice presunçosa, pois existe a boa idiotice, que é a que eu tento divulgar todos os dias. A idiotice do bem estar de ser uma pessoa espontânea e sem complexos fúteis.


PEIDO DO GORDO! UOOOOU!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Limbo Musical: Rock Progressivo - EDIÇÃO EXTRA ORDINÁRIA

Frank Zappa e as mães da invenção: Psicodelia, progressivo e abstrações concretas


Estou interrompendo momentaneamente minha saga especial sobre o rock progressivo para apresentar, creio que esse senhor que irei comentar dispensa apresentações, mas enfim, e comentar um pouco sobre essa figura tão carismática e genial que foi Frank Vincent Zappa, ou mais normalmente, Frank Zappa.
Seria impossível e até mesmo injusto, falar de rock progressivo e esquecer desse que foi um dos maiores contribuíres do gênero Embora nem sempre se ligue o nome Frank Zappa ao rock progressivo, é inegável sua importância para o estilo. O fato de Zappa não mostrar uma definida linha musical talvez seja o culpado dele não ser ligado ao rock progressivo tão fortemente quanto bandas como Pink Floyd, Genesis ou Yes, mas não podemos negar que o homem foi um dos mais inventivos e excêntricos músicos de sua geração, e por que não dizer de todos os tempos.

As influências de Zappa são impares e definiram sua formação musical. Do Rythm and Blues da década de cinqüenta até a música de vanguarda e erudita, Zappa mesclou tudo isso ao rock pesado, ao blues e ao jazz, transformando qualquer forma de som criado pelo homem (ou por alienigenas, máquinas, animais, minerais, vegetais, etc.) em forma musical.

Durante sua adolescência e começo da idade adulta ele foi parte de várias bandas, tocando bateria, guitarra e cantando. Chegou a se apresentar em um programa de auditório no qual tocava música com uma bicicleta. Entretanto sua fama começaria apenas com o grupo Mothers of Invention. Em 1966, em pleno auge da Beatlemania, Frank Zappa and the Mothers of Invention, lança o disco "Freak Out", já mostrando que não veio para brincadeiras. Psicodélico, inovador, roqueiro e desprentecioso. Agora os fãs de Beatles que me perdoem, mas Frank Zappa em apenas um disco resumiu tudo que os Beatles até então tinham feito e fariam até o Sgt. Peppers, lógico que com Frank Zappa no comando tudo foi além, e "Freak Out" se tornou um disco "cult" e ao contrário do rock "bobo" da época, possuia canções de alto nível estrutural e muito originais. Tanto que Zappa teve que "ler" as canções para os músicos poderem gravar, coisa que para um álbum de rock and roll era quase impensável.

Em 1968, ano seguinte ao lançamento do Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, Frank Zappa and the Mothers of Invention lança o disco, "We're only in for the money", com uma capa satarizando o "Sgt.Peppers", que inclusive foi censurada a pedido, do ainda não, Sir Paul McCartney. O disco era um verdadeiro esculhacho sonora. No bom sentido. Com canções muito complexas, arranjos vanguardistas e algumas das passagens musicais mais interessantes de toda a década de sessenta. Lógico, os Beatles não foram os únicos provocados, toda a contra-cultura hippie e a geração "flower power" foi criticada e satirizada. Valendo lembrar para os desinformados, que Zappa era contra o uso de drogas, dizendo que elas afetavam sua criatividade e classificava seus usuários como "babacas em ação". Penso eu que uma critica dessa tem a ver com toda a contradição da cultura hippie, que pretendo abordar em outro texto.

Na década de setenta o Mothers of Invention se dissolveria e Zappa seguiria carreira solo, tendo disco ou outro sido gravado com ajuda de novas formações do Mothers of Invention.
A questão é que Zappa mudou radicalmente o conceito de musicalidade. Ele não queria agradar, não queria soar melódico ou harmonioso. Não tinha interesse algum em vender 100 milhões de discos ou zero. Não queria ser um membro da contra-cultura, muito menos um membro da cultura popular. Ele queria fazer música diferente e atemporal, e conseguiu.


Eu poderia traçar linhas e linhas de informações sobre Frank Zappa. Poderia dedicar uma saga única e exclusiva aqui para esse nosso amigo fenomenal. Mas vou apenas terminar essa seção com algumas coisas interessantes. Irei fazer um breve comentário sobre meus discos favoritos do Zappa.
Colocarei também videos de algumas canções emblemáticas do grande Zappa. E algumas frases marcantes que o mestre proferiu.


Bom, até o próximo Capítulo da Seção Limbo Musical, na qual vamos continuar a saga do rock progressivo!

Frank Zappa, Discos favoritos do VACO:
1966 - Freak Out


Disco que revolucionou a música. Até então, provavelmente, o disco mais complexo e interessante de rock. Anos luz a frente de "Revolver" ou "A Quick One". Um dos primeiros discos conceituais e duplos da história do rock.
1968 - We're only in it for the Money


Disco que, supostamente, teve sua capa censurada a pedido de Paul McCartney, pois satirizava a capa do clássico Sgt.Peppers dos Beatles e toda a cultura hippie, flower-power. Musicalmente é um disco que mistura rock and roll com elementos de música vanguardista, R'n'B dos anos cinquenta, surf music, doo-woop e experimentos sonoros. Algumas das passagens mais interessantes da música da década se sessenta se encontram nesse disco.

1970 - Hot Rats

Primeiro disco de Zappa sem os Mothers of Invention e possivelmente o primeiro disco comercializado a ser gravado em seis canais (até então o costume era gravar em quatro).
Quase inteiro instrumental, o disco é menos experimentalista que outros e mais progressivo. Mostrando em clássicos como "Peachs en regallia" que Zappa era um dos maiores nomes da música.

1970 - Chunga's Revenge


Uma abordagem próxima ao Hot Rats. Entretanto com mais enfase em guitarras pesadas. Algumas músicas como Transylvania Boogie e Road Ladies mostram um lado bem roqueiro de Zappa.

1973 - Over Night Sensation


Outro disco de Zappa que se remete demais ao Rock progressivo.
Muitos fãs dizem que é um álbum controverso, pois se comparado aos anteriores é muito mais acessível, musicalmente falando. Na minha opinião, apesar de elementos mais simples, menos colagens e experimentos musicais, Over Night sensation é um dos melhores discos de Zappa, com alguns de seus maiores clássicos, como Camarillo Brillo, I'm the slime e Zomby Woof.

1974 - Apostrophe (')
Apostrophe (') é um disco que embalou no sucesso de ONS. Tornou-se o maior sucesso comercial de Frank Zappa nos EUA. Mesmo assim é um disco experimentalmente mais rico que ONS. Com músicas complexas e diferentes, com letras, ainda, mais bizarras e obscuras.

1979 - Sheik Yerbouti


O disco de maior vendagem de Zappa, com mais de dois milhões de cópias no mundo todo. Músicas menores, mas não menos sofisticadas. O ponto forte do disco é o humor, ainda mais forte, mais satirico e mais presente.

1979 - Joe's Garage - Acts I, II and III

Opera Rock lançada por Frank Zappa. Indiscutivelmente um dos mais complexos e mirabolantes trabalhos lançados pelo mestre. A história de Joe, um jovem que se aventura pelo mundo da música com sua banda e descobre a podridão da política e da humanidade. Meu disco favorito do Zappa.

1983 - The Man From Utopia


Segundo disco do Frank Zappa com Steve Vai na guitarra. Um disco um tanto quanto diferente, menos conceitual, embora o nome possa sugerir o contrário, que o restante de sua obra. Musicalmente falando existem diversas influências, desde suas raízes no R'n'B e Doo-Woop, música mais vanguardista e rock mesclado ao blues e jazz.

Algumas frases emblemáticas:

"A mente é como um pára-quedas. Só funciona se abrí-lo."

"Droga não é o mal. A droga é um composto químico. O problema começa quando pessoas tomam drogas como se fosse uma licença para poderem agir como babacas."

"Conduzir uma orquestra é abanar as mãos ou um pedaço de pau, criando desenhos no ar, onde são interpretados como mensagens musicais por gente de fraque, que preferiria estar pescando."

"Sem música para decorar, tempo é só a monotonia de prazos de entregas e contas à pagar."

"Sem um desvio do normal, progresso é impossível."

"Se você quer trepar, vá à faculdade. Mas se você quer aprender alguma coisa, vá à biblioteca."

"Se você acabar com uma vida tediosa e miserável porque você ouviu seus país, seus professores, seu padre ou alguma pessoa na televisão, dizendo para você como conduzir a sua vida, então a culpa é só sua e você merece."

"Meu conselho para quem quer ter uma criança sadia e feliz é mante-la o mais longe possível de uma igreja. Crianças são ingênuas e confiam em todo mundo. Escola já é ruim mas se levá-la para a igreja, então está querendo mesmo problemas."

"Estupidez até pode ter um certo charme. Ignorância não."

"Alguns cientistas acreditam que hidrogênio, por ser tão abundante, é o elemento básico do universo. Eu questiono este pensamento. Existe mais estupidez do que hidrogênio. Estupidez é o elemento básico do universo."

"Existe mais canções de amor do que qualquer outro tipo. Se canções influenciasse as pessoas, amaríamos uns aos outros."

"Pessoas consomem produtos via respiratória para poderem diminuir seu nível intelectual e assim poderem se sentir parte da turma. Afinal, ninguém gosta de andar com quem é mais inteligente do que você. Isto não é divertido."

Vídeos:

Why does it hurt when i pee?

Joe's Garage

Bobby Brown

Zomby Woof

King Kong





terça-feira, 19 de abril de 2011

Cursus de sapientia philosophiae buteco


Essa é uma nova coluna. Ela tem o objetivo de extravasar algumas idéias absurdas, filosofias baratas, pensamentos estranhos e tudo mais que se eu declarasse publicamente, o que no caso estou fazendo aqui, seria considerado digno de internamento em alguma clinica psiquiátrica.

Para príncipe de condessa, como diria nosso grande amigo “El Chavo Del Ocho”. Não quero que ninguém pense que o que escreverei aqui é para ofender, causar polêmica, ser sério ou criar alguma espécie de nação zumbi. Não, sou apenas alguém que em seu tempo livre gosta de ser diferente e pensa de maneira... Não ortodoxa.

Bom... Como nenhum assunto vem a minha mente, vou tentar traçar um pensamento sobre isso. É! Um pensamento sobre como às vezes ficamos sem assunto.
Parece ótimo, ao menos para o intuito da seção. Parece absurdo, idiota, sem o mínimo propósito de porque vou escrever esse monte de idiotices. Mas enfim, se uma ou duas pessoas lerem já estarei feliz.

Alguma vez você já passou por uma situação do tipo:
Está sentado conversando com alguém, geralmente alguém que você conheceu naquele momento, ou não conhece muito bem e de repente não há mais assunto.

Duvido que isso nunca tenha ocorrido. Mas por que será que isso ocorre?

Será que somos nós que perdemos o fio da meada, acabou o assunto, não temos mais condições de estabelecer uma plena conversação pelo fato de não termos muito em comum com a pessoa? Vergonha? Medo? Ou será que a outra pessoa que é uma completa idiota, ou esnobe e não gosta de conversar com gente... Como a gente?

Enfim. Não dá pra saber. Sim, qualquer tentativa de solucionar esse mistério que atormenta a humanidade há milênios... Bom, para mim é um mistério que atormenta, não sei quanto aos outros bilhões de seres humanos, mas enfim... Será infrutífera, inútil e provavelmente superficial. Então vamos desistir? Parar por aqui essa inutilidade e cessar essa perda de tempo?

Ou não? Ou será que estamos equivocados ao desistir simplesmente porque algo parece que não está dando certo?

Enfim. Creio que os dois pensamentos são corretos.

Certas coisas são infrutíferas, imbecis, idiotas e deveriam ser abandonadas assim que possível. Outras têm que ser persistidas, até o fim, sem reclamações.
Isso faz do homem o que ele é.
Um monte de merda ou um gênio incontrolável.

Limbo Musical: Rock Progressivo



Limbo Musical: Rock progressivo

Introdução:

O rock progressivo é um estilo musical dos mais complexos, dos menos divertidos para aqueles que não gostam de pensar e nem sempre é feito com o intuito de simplesmente "agradar gostos musicais". Essa saga, ainda de quantidade de capítulos indefinidos, visa explorar um pouco sobre o universo desse estilo tão rico e complexo, amado por alguns, odiado por muitos, ignorado por milhares e esquecido por outros. Viso também, ao fim dessa saga, mostrar que o estilo não morreu e existem bandas travando verdadeiras guerras fonográficas para manter o estilo vivo, seja no mainstrem, seja no underground. Resolvi dividir em alguns capitulos, e dessa vez vamos falar sobre as origens do rock progressivo.

Capítulo I: Os primórdios

Meado dos anos sessenta. O Rock já completava uma década e os principais expoentes eram The Beatles, Rolling Stones e The Who. Além de outras muitas bandas que faziam o eixo musical, Estados Unidos e Inglaterra. Durante esse período a cultura, política e sociedade assistiriam transformações diversas. A guerra fria, a corrida bélica e nuclear, a geração x vigando, os novos costumes, a revolução sexual, os direitos dos negros e das minorias, entre outros acontecimentos. Tudo isso marcou profundamente a sociedade e mudou o modo de como as bandas encaravam a realidade. Não bastava fazer apenas as velhas canções de rock and roll, com os mesmos poucos acordes e com as letras sobre diversão e amor. E para dar o primeiro passo em direção a novos rumos os Beatles começaram a mostrar experimentações nos discos Rubber Soul e Revolver, respectivamente de 1965 e 1966. Rolling Stones e The Who começaram a mostrar suas facetas mais ousadas também em 1966, respectivamente com “Aftermath” e “A quick one”. Nada disso superaria o que três discos lançados em 1967 representam. The Beatles e, até então, duas desconhecidas bandas, lançariam as bases para o que viria ser conhecido como Rock Progressivo nas décadas subseqüentes.

“Sgt.Peppers Lonely Hearts Club Band” do The Beatles. “The Piper at the gates of Dawn” do Pink Floyd. “Days of a Future Past” do The Moody Blues.


O primeiro é considerado a obra mestra dos Beatles. Discordo dessa idéia de tantos fãs. Abbey Road é o que considero o ápice da criatividade e musicalidade dos Beatles, seguido pelo álbum branco e pelo Let it Be. Depois o Sgt.Peppers, contudo isso é um tanto quanto questionável e subjetivo. O assunto também é outro. O fato é que Sgt.Peppers trouxe uma nova musicalidade e abriu o conceito de “álbum conceitual”. Embora muitos digam que um álbum para ser conceitual precisa girar em torno de um conceito, ou temática, apresentando uma história ou uma relação de fatos, e o sgt.peppers não apresenta necessariamente isso, é visível que ele foi criado, a principio, para contar uma pequena história narrada pelos The Beatles. Eles apresentam o Sargento Pimenta e sua banda do clube dos corações solitários, logo em seguida emendando a música que apresenta Billy Sheers (segundo boatos... falsos... o sósia que teria substituído Paul MacCartney depois de seu falecimento em um acidente. Besteiras a parte...). O Resto do álbum não tem conexão lírica ou temática, entretanto formam uma bela obra, que inclusive, foi um dos primeiros discos de rock a contar com uma orquestra em sua gravação. Reza a lenda que no mesmo dia que gravavam Sgt.Peppers, no estúdio da Abbey Road, lá estavam eles, Pink Floyd, gravando seu primeiro disco, o intitulado “The Piper at the Gates of Dawn”.

O disco é psicodélico do inicio ao fim, com longas músicas e arranjos mais complexos. Foi praticamente o único disco a contar com o vocalista e guitarrista, Syd Barret. Pouco tempo depois o carinha deu um sumiço, voltou, lançou dois discos solos e desapareceu. Chamaram David Gilmour pra substituí-lo. Syd só daria as caras anos depois durante a gravação de um álbum que era em sua homenagem. E, diga-se de passagem, o cara teria detestado a música que Roger Waters e Cia fizeram pra ele. O caso é que Sid sofria de esquizofrenia. Não sei informar se foi o consumo irrestrito de drogas alucinógenas, se ele tinha outros tipos de problemas, ou o que. Contudo ele era um grande músico e deixou um belo legado de sua música. E para finalizar essa primeira parte, que tal um breve comentário sobre o disco “Days of a Future Past” do The Moody Blues. Lançado no mesmo ano que os dois discos que comentei anteriormente, ele teve aspectos semelhantes e diferentes.

Podemos chamar esse disco de conceitual em toda sua estrutura, ao contrário do Sgt.Peppers ou do The Piper. Inicialmente o Moody Blues queria fazer uma versão rock da Sinfônia do Novo Mundo, do compositor Checo, Dvorak. Entretanto a idéia foi abandonada. O conceito final é sobre como nasce e acaba o período de um dia. As canções bem intrincadas e com uma sonoridade especial fazem desse disco uma obra de arte. Assim como Sgt.Peppers esse disco teve a participação de uma orquestra, entretanto, na minha opinião, mesclou a música erudita de maneira mais eficaz que os Beatles. Não usando apenas arranjos, mas fazendo canções inteiras com a orquestra e mostrando passagens belíssimas que viriam até a se tornar elementos decorrentes, e muitas vezes clichês, no rock progressivo.

Enfim... O rock progressivo é um estilo rico demais para tentar explicar em apenas um post.
Não pretendo fazer aqui uma enciclopédia sobre o assunto, tão pouco escrever um livro. Mas quero tentar trazer o assunto à tona, expor meus pontos de vista e também trazer alguma leitura diferenciada para quem à procura.

Próximo capítulo de Limbo Musical:

Rock Progressivo - Capítulo II: Da psicodélica ao período clássico.

Exemplo de algumas canções dos discos citados, clique no link pra ver o vídeo:

The Beatles - A Day in The Life

The Moody Blues - Nights in White Setim

Pink Floyd - Interstellar Overdrive

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Limbo Musical: Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das Dez


Hoje na seção Limbo Musical irei citar um dos discos mais raros e esquecidos do rock e da música popular brasileira, o disco "Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das Dez".

Trata-se de um disco raro, rarissimo, gravado em 1971, pelo time formado por:
Raul Seixas, Sergio Sampaio, Miriam Batucada e Edy Star.

Acontece que Raul Seixas havia formado um grupo de rock em meados da década de 60, chamado Raulzito e os Panteras, lançando apenas um disco homônimo em 1968. Sem muito sucesso comercial a banda acabou e Raul continuou uma carreira bem sucedida como produtor da CBS.
Porém em 1971 ele lança esse disco singular. Muitos mitos cercam esse álbum, dentre eles o mais comentado é que o conjunto teria gravado o disco as escondidas. Entraram a noite nos estúdios da CBS e teriam gravado sem o conhecimento da gravadora. Isso geraria a demissão de Raul Seixas.
Entretanto esse fato é desmentido por Edy Star, único remanescente, pois Raul Seixas morreu em 1989, Sérgio e Miriam em 1994). O músico garante que o grupo gravou com conscentimento da gravadora e que Raulzito continuou com seu emprego.
Mitos e lendas a parte, é um disco único que traria influências diversas. Muito influênciado pelo rock experimental do Freak Out do Frank Zappa, e do Sgt.Peppers Lonely Hearts Club Band dos The Beatles, além de trazer muito da música popular brasileira e altamente influênciado pela trópicalia, "Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das dez" pode ser considerado TUDO, experimental, estranho, deslocado de contexto, escalafobético, menos fraco.

Recheado de vinhetas, que vão de uma apresentação circense até mesmo a uma fanfarra seguida de um puxão de descarga de vaso sanitário, o lp mescla samba, rock, música breja, bolero, etc.
Destaques absolutos para: Etâ Vida (uma marchinha empolgante, com uma letra quase melancólica, por mais estranho que pareça), Quero Ir (Uma mistura de rock e baião), Todo mundo está feliz (um rock BEM anos sessenta), Eu vou botar pra ferver (Outro rock, mas puxando pra música brasileira), Aos trancos e barrancos (talvez o único samba que Raul tenha gravado em sua vida toda) e Dr.Pâxeco (a mais rock do disco, quase sem influência de outros estilos).

Enfim. É um disco obscuro, estranho, engraçadinho, despretensioso, não conta nenhuma história que tenta desvendar o psicológico humano, nenhuma fábula épica, nada que tenta desafiar o status quo, nem mesmo uma afronta as mazelas humanas. É apenas um disco de rock, bem bizarro, entretanto, MUITO BOM!


Aqui o link para download: Sociedade da grã ordem kavernista apresenta sessão das dez
Fonte do Link: Almoxarifado Empoeirado
Até mais ver galera:

Ouvindo: Raul Seixas e a grã-ordem da sociedade kavernista - Quero ir

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Made in Japan: Tokusatsu, animes, mangas, etc...




Olá galera. Mais um post e desta vez abro espaço para falar de um assunto que gosto muito. Produtos de entretenimento japonês para jovens. Seja Tokusatsu (e seus inúmeros derivados, como metal heroes, sentai, super sentai, kamen riders, etc...), seja anime, adoro esse tipo de seriado. Não comentarei sobre mangás, justamente pois não tenho costume de ler os mesmos. Talvez pela organização espacial do conteudo, que é diferente das Hq's ocidentais, talvez pela minha falta de verba para comprar todos mangás que gostaria, ou até mesmo pela preguiça de ficar lendo na frente do computador (e pelo cansaço da vista que isso gera!). Não citarei também seriados como Power Rangers (qualquer temporada), Vr Troopers, Masked rider, etc... justamente pois são adaptações falaciosas e inferiores dos originais nipônicos. Mais para frente coloco algo sobre a grande farsa da Sabbam (a empresa que comprou os direitos de exibição dos clássicos japoneses).
Bom...para começar vou falar sobre um anime (que era manga) que está ainda não chegou no final e que está fazendo muito sucesso, tanto no Japão, quanto no Brasil e em outros lugares do globo.
Naruto!

Sim, muitos entusiastas mais conservadores, geralmente pessoal entre vinte e trinta anos, me enquadro nessa categoria, pois, no momento, tenho vinte e três anos completos, gosta de estufar o peito e dizer: Os animes eram melhores na minha época.
Ai citam, Dragon Ball (o original e a série Z também), Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho, Akira, Shurato, Supercampeões, Samurai X, etc...etc...etc...
Ai complementam dizendo: Naruto, One Piece, Bleach, Death Note, Full Metal Alchemist, etc... é tudo lixo, animes ruins, fracos, etc...

Bom, descordo vorazmente dessas hipóteses, pois são apenas hipotéses, ou melhor...pontos de vista. Enfim, eu realmente gosto mais dos clássicos da década de oitenta e noventa... tanto que Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho e Dragon Ball Z, constam como meus favoritos. Entretanto muitos animes novos trazem temáticas e até desenvolvimentos de enredo diferente. Situações novas e até elementos diferentes. Pensem bem? Não acham que o carinha que assistia Don Drácula (anime da década de sessenta) e Speed Racer (mesma época) também dizia que o Cavaleiros do Zodíaco era ruim, uma choradeira? Dragon Ball Z não tinha enredo? Era porrada pra todo lado, sem sentido? E por ai vaí...

O lance é assim... Gosto é discútivel, mas também é muito pessoal. Cabe apenas respeitar o do outro.

Quanto a Naruto, acho um dos melhores desenhos dos mais novos. Lógico, como todo anime que acompanha o manga, Naruto tem que ter alguns episódios fillers para que o anime não ultrapasse o manga. Esses fillers (episódios pra "encher linguiça", no bom português) acabam por encher a paciência do telespectador, sendo muitas vezes clichê, com histórias fracas e sem muita ligação com o contexto geral do desenho. Mas fazer o que? Dragon Ball Z tinha fillers, e em muitos episódios uma situação que deveria durar menos de um terço do capítulo, se decorria por uns três ou quatro episódios. Um exemplo é a explosão de Namek. Freeza diz que Goku tem apenas cinco minutos para fugir dali. Mas esses cinco minutos se extendem por pelo menos três episódios.

Quanto a história de Naruto...vamos lá.
Basicamente Uzumaki Naruto (o herói da historia) é uma criança que teve a raposa demônio de nove caudas selada dentro de si. Isso foi feito pelo quarto Hokage (Ho é o prefixo que denomina seu número e Kage é o nome do cargo do ninja mais forte, o líder, de cada aldeia ou vila ninja), tentando impedir que a raposa demônio destruisse Konoha (conhecida como vila da folha oculta). Essa atitude drástica levou o quarto hokage a morte.
Naruto cresce sem amigos, sem família e odiado por todos os adultos. Vira um fanfarrão para que alguém de atenção a ele. Seu maior sonho é ser um Hokage e que todos o respeitem e o reconheçam.

Enfim. O legal do anime é que Naruto é um completo idiota, isso durante quase o seriado clássico inteiro, sendo que em apenas alguns momentos, geralmente para lutar com a intenção de salvar algum amigo, ele se mostra forte, inteligente e sério. Em compensação no segundo seriado, Naruto Shippuden, quando ele está mais velho (no primeiro ele tinha 12 ou 13, no outro ele tem 15 ou 16) ele...continua muito idiota e afobado...isso até certo ponto, conforme o desenho avança ele amadurece.


Enfim... é um anime muito bom. Bem equilibrado entre comédia, drama e ação. É um dos poucos animes que me faz, rir, chorar e ficar empolgado.
Para rir, tem o episódio hilário que Naruto, Sasuke e Sakura (companheiros de time do Naruto) tentam descobrir como é o rosto de seu sensei, Hatake Kakashi (que sempre usa uma máscara ninja). HILÁRIO!
Para chorar basta assistir o episódio de Naruto Shippuden em que Naruto volta como herói de sua vila... Se você acompanhou a série...ficará emocionado. Sem viadagem!
E para ação desenfreada, pegue a batalha de Naruto contra Sasuke no vale do fim, ou Naruto contra Pain no Naruto Shippuden.
Muitos fãs reclamam que atualmente o seriado está muito apelativo, com personagens muito poderosos e com muita enrolação e frescura. Mas isso é natural de um seriado que chegou as proporções que Naruto chegou... Assim como Dragon Ball.

Bom gente...quem tiver curiosidade de conhecer naruto (anime), procure nesse site:

www.anitube.tv

Tem MUITA coisa de anime lá. Naruto clássico completo e Naruto Shippuden até o episódio 185, se não me engano, que foi o último produzido. E aliás, cada episódio produzido que é legendado em português, eles disponibilizam.

Muito obrigado!
E como diz o Naruto: Datte Bayo! (seja lá que raios isso queira dizer!)

Ouvindo: Raul Seixas - A verdade sobre a Nostalgia