sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O Grande Crash de 1983

A Quebra da Bols...quer dizer, dos Games!

É E.T. volta pra casa mesmo. Você e outros títulos toscos quase acabaram com os games!
Ano, 1983. Lugar, America, mais especificamente Estados Unidos da America. Situação, o Grande Crash dos vídeo games de 1983. Durante a década de setenta a Atari dominava o mercado de games. Havia outros concorrentes, como a Magnavox, a Coleco, porém a bola era da Atari e do seu console o 2600. Os games dos anos 70 eram simples, porém divertidos. Jogos como Pitfall, Enduro, River Raid, entre outros faziam a cabeça da garotada jovem e inocente. Oh Beleza. Que mundo feliz. Ao menos era o que parecia. Meus jovens amigos gafanhotos e gafanhotas, nem tudo era um mar de rosas. Havia espinhos e sangue também. Games enfadonhos como o tenebroso E.T. (considerado por alguns como um dos piores games já lançados) e outras pérolas infestavam o mercado entre os anos de 1981 e 1983. Essa saturação da qualidade de games aliada a quantidade enorme de consoles disponíveis, que a cada dia aumentava. As empresas acreditavam que esse mercado não se saturaria, mas aconteceu. E foi feio o negócio. Para ter ideia as empresas de games faturavam aproximadamente 3.2 bilhões de dólares por ano em 1982...1983... De 1983 para 1984 esse valor caiu para 100 Milhões. Ou seja, uma queda de mais de 90% em ações. Isso decretou a falência de quase todas as empresas que faziam games. Magnavox e Coleco, pff... sumiram do mercado. A Atari e Activision tentaram segurar as pontas e se mantiveram. A Atari ainda insistiu até meados da década de 90, mas lançado consoles cada vez mais porcões, que o diga o pseudo-primeiro vídeo game de 64 bits da história, Atari Jaguar. 64 bits? O SNES com 16 bits tinha gráficos muito melhores. Pegue qualquer jogo do Atari Jaguar e compare com Chrono Trigger ou Star Fox. Vish... Humilhação. E por falar em Nintendo, ela foi a salvadora. Levou a indústria de games nas costas, de 1985 até 1987. Datas referentes ao lançamento do Nintendo Entertainment System (NES ou Nintendinho 8bits para os leigos) no ocidente e também da sua grande popularização. Em 1986 a Sega lançou o Master System, que ajudou um pouco a tirar a carga das costas da Nintendo. Essas duas empresas acertaram onde a Atari falhou. Souberam investir em bons títulos. Tudo bem que os dois consoles tem games horríveis também, contudo boa parte de seus títulos eram de baixo custo para as empresas e eram muito divertidos. Então, gamers do futuro, jovens gafanhotos... Quando virem um game do Nintendinho 8bits, antes de criticar e falar: Nossa, que gráficos horríveis, que porcaria! Como que alguém jogava isso, etc... Pensem no que a Nintendo fez por vocês. Sem essa empresa centenária, sim, eles tem mais de 100 anos. Aí você diz: "Ah Don Vacorleone, vai me dizer que em 1800 e guaraná com rolha já tinha vídeo game? Não tinha nem TV!" - Não jovem... Não tinha Tv, nem vídeo game, nem rádio... mal tinha pombo correio... A Nintendo era uma empresa familiar que produzia jogos de cartas. Entraram no mercado dos games a partir do fim da década de setenta, ainda muito humildes. Enfim, sem a Nintendo, provavelmente, não haveria mais interesse dos investidores nesse tipo de mercado, todos os interesses estariam voltados para os computadores pessoais. Então, um viva a nintendo. Ela pode ter se esquecido um pouco dos gamers mais hardcore como nós. Sim, caso não saibam o Wii é um console voltado para o público casual. Enfim, ela pode estar um pouco afastada de nós, gamers que curtem jogos longos, com enredo profundo e tudo mais, porém nós não esquecemos deles e nós os saudamos! Longa vida a Nintendo!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Seção Games: Extra-ordinária

Seção Games: Extra-ordinária
Rpg's (eletrônicos): Uma paixão e meus 10 Rpg's favoritos (de console e de PC)

Quem me conhece sabe que sou um entusiasta dos games. Mais do que isso, um verdadeiro apaixonado por  esses aparelhos que nos fazem viajar para mundos distantes e encarnar personagens que jamais poderíamos ser na vida real. Muitas vezes, esses games contam histórias que são mais sofisticadas e interessantes que alguns filmes, e até mesmo que alguns livros. Se for ver, tem gente que gosta de cada coisa, enfim... Rosh.
Agora, um gênero em especial, que eu, particularmente, gosto muito é o RPG. ROLE PLAYING GAME, ou seja, Jogo de interpretação de papel (ou personagem).  Tecnicamente, qualquer jogo poderia ser um rpg, pois em geral você controla um personagem e tem que seguir a história. Então muitos podem achar que estou falando de games que vão de GTA (Grand Theft Auto) até Batman: Arkham City, passando por Red Dead Redemption e God of War, por exemplo. Bom, todos esses games possuem alguns elementos básicos de rpg. Um personagem o qual você interpreta, exploração, elementos de experiência, dinheiro e nível, cidades a se explorar, etc... Mas não, não são RPG's, e lembrando, antes que eu me esqueça, também não me refiro a RPG's de mesa, de carta, live-actions (aqueles mais teatrais, onde o pessoal se fantasia e tal), ou então os, famigerados, MMORPG (Multi-Massive Online Rpg, ou então, Rpg Multi-Massivo online, aqueles rpg's online tipo Ragnarok, Priston Tale, Mu, Ultima Online, Word of warcraft, Tibia, rsss tibia....kkkkkkkkkkk ahahhahahahahahahahhahahahaushdhuasdhudsah Rosh!). Não tenho nada contra Rpg's de mesa e tudo mais, e odeio Rpg's online. Já tentei jogar, mas os odeio. Tirando o UO, esse eu gostava, mas enfim... Me refiro aos rpg's de console e de pc. Voltando ao assunto....Aqueles games que citei anteriormente, GTA, Batman, Red dead....etc.... Possuem ELEMENTOS de rpg. Seja um sistema de experiência, cidades a se explorar, um grande mapa aberto, etc... São ELEMENTOS. Basicamente são games de ação, ou ação e stealth (furtividade), caso do Batman: Arkham City ou puramente stealth, com elementos de ação e rpg, como as franquias Metal Gear e Splinter Cell. Os rpg's que falarei e colocarei meu top 10 aqui se dividem basicamente em 2 ordens: Rpg's ocidentais (Como Diablo) e Orientais (Como Final Fantasy). A diferença? Existem várias. Os rpg's ocidentais, em geral, apresentam uma dificuldade grande para o jogador em subir de nível. Enquanto os orientais apresentam menor dificuldade nisso. Os ocidentais são mais voltados para a ação, com batalhas diretas, sem mudança de tela e em tempo real, os orientais usam muita estratégia e batalhas baseadas em turnos. Os ocidentais utilizam temáticas mais próximas ao terror, mundos pós-apocalípticos, etc... Os orientais são mais próximos das temáticas medievais ou steampunk (mistura de elementos medievais, feudais, antigos ou de faroeste com elementos futurísticos ou da era industrial). Mas lógico, tudo isso varia muito. Não podemos definir apenas dessa maneira. Por isso, acabei de mudar de ideia. É mais fácil definir assim: Rpg's de turno e Rpg's de ação. Não é mais simples? Sim, simplificarei tudo ao delimitar a diferença pelo sistema de batalha. Pronto, acabou... rosh
                 Sabe, estou meio cansado de ficar escrevendo apenas sobre o que são rpg's e tal... Vamos logo pra lista. Serão 10 jogos. Rpg's que considero os melhores... O critério de avaliação? Bom... Utilizarei o seguinte, alguns falarei de um jogo apenas...outros eu vou citar uma série e indicar o que considero o mais importante para a história dos games e o que considero o melhor. Não esperem Downloads... É ilegal! (Muito embora eu não esteja nem aí se você descolar um link ou um torrent pra baixar e jogar na sua casa, problema seu amigo! Rosh. Quem quiser fazer, vai faze-lo....Google está aí pra isso, né? Rosh)

Vamos lá:

10 - Wizardry/Série Ultima/Adventure, etc...  

Estilo: Depende, alguns eram games de texto, outros exploração, outros como o Adventure eram jogos com estilo indefinido... O importante é que foram o pontapé inicial.
Ano: Fim dos anos 70 e começo dos anos 80.
Plataformas: Pc's, apple, consoles (atari 2600), etc...
Desenvolvedores: Vários, nem vou perder tempo aqui...
 
Muito se discute sobre qual game seria o primeiro Rpg. Muitos afirmam que é a série Ultima, tendo o primeiro game sido lançado em 1981. Outros falam que é Wizardry, do mesmo ano. E outros apontam games ainda mais obscuros, como The Dragon and the princess (game japonês) ou um game americano chamado Rogue... Eu não entro nessa discussão. Citei esses games pois parecem importantes, mas nunca realmente joguei algum deles. Aliás, joguei vários da série Ultima, porém do quinto game pra frente. Agora, um game que já joguei, apenas por emuladores, porém gostaria de jogá-lo em um console, é o Adventure do Atari 2600. Lançado em 1976, ele não possuía quase nenhum elemento conhecido dos rpg's. Não havia sistema de experiência, você não ganhava dinheiro, não havia uma história emocionante, sequer uma história meia boca, afinal, jogo de atari 2600 com história é uma coisa um tanto quanto ridícula. Mas havia algo nele que era a essência do rpg. Exploração e quebra-cabeças. Quem jogou ele na época teve que comprar o cartucho. Lembrando o jovem gafanhoto, não havia emulação e internet na época, e a pirataria não era algo tão terrível e assustador como é hoje. O monstro daquela época era o comunismo, rosh. Então, quem jogou ele na época, acredito que brasileiros não colocaram a mão nesse game, apenas gringos, tinha um manual de instruções. E acredite, você precisaria desse manual mesmo. O jogo não te dava informação alguma. Você era um palito num labirinto, com dezenas de salas iguais. Você ia para uma sala, outra igual, ia pra outra, igual, aí achava uma diferente e ia para o norte... outra sala igual. Até que em uma sala você encontrava uma chave. Opa! Agora preciso encontrar a porta... Que porta? Não jovem, não tinha porta... Rosh. Enfim, sem o manual você não saberia o que fazer. Bom, você explorava explorava e explorava mais...achava mais itens...Etc... Alguns anos depois foi lançada uma "continuação", a série de games Swordquest. Nesta série havia um negócio muito bacana. Os melhores jogadores deveriam mandar provas de que conseguiram achar os itens e resolver os quebra-cabeças do jogo. Eles ganhariam itens feitos de ouro, prata, platina e diamantes. Os prêmios somavam, acredito, posso estar errado, mais de U$ 100,000. Na época era uma tremenda de uma fortuna. Acontece que deu merda, a Atari começou a falir e em 1983 teve o "crash" dos games. Uma crise estilo "Quebra da bolsa de 1929". Abandonaram o concurso e pouca gente ganhou os prêmios. Mas o legado do Adventure continuou... Sem ele, provavelmente os Rpg's eletrônicos não seriam os mesmos...


9 - Série Dragon Quest (Ou Dragon Warrior)

Estilo: Rpg eletrônico por turnos
Ano: 1986 - ????
Plataforma: Várias (NES, SNES, PSone, PsII, Wii, Nintendo 3DS, Game Boy, GB Color, GB advance, etc...)
Desenvolvedores: Enix

Em meados dos anos oitenta os rpg's eletrônicos já eram febre no japão e começaram a fazer certo sucesso na Europa e nos EUA... Até que em 1986, a Enix, atualmente parte da antiga Squaresoft, atualmente Square-Enix, lançou esse despretensioso game chamado Dragon Quest. O Game não trazia muitas inovações em relação a títulos já conhecidos da época, como Ultima. Porém, havia sim uma GRANDE inovação. Ao contrário dos outros Rpg's eletrônicos da época, Dragon Quest (Dragon Warrior nos Estados Unidos) era simples. Direto e simples. Uma história simples, e até meio bobinha se comparada a rpg's mais modernos, comandos e jogabilidade simples... Você é um jovem que é incumbido pelo Rei de salvar uma princesa, até aí normal, mais clichê impossível. Depois de salvar a princesa você tem que salvar o mundo do maligno Lorde Dragão. Bom... Simples e eficaz, na época uma grande história não era um atrativo principal. A jogabilidade, básica. Ir em uma cidade, comprar itens de cura, comprar novas armas, equipá-las, sair da cidade, ir para uma caverna ou masmorra, matar uns inimigos, ganhar experiência, que na época era exp e não o famoso xp de hoje em dia, ahhhh! Rosh. Matar um chefão às vezes. Ganhar dinheiro, comprar mais itens e equipamentos, etc... A dificuldade pode ser considerada grande até hoje. E o game, fez um grande sucesso no Japão e um sucesso medíocre fora de lá. E é exatamente isso que acontece com a série Dragon Quest até hoje. Uma das franquias de maior sucesso em terras nipônicas, mas de potencial limitado fora da terra do sol nascente. Talvez por isso muitos games da série continuaram exclusivos dos amigos japas. Enfim. Depois desse primeiro game, vieram as continuações, DQ II em 1987, DQ III em 1988 e DQ IV em 1990. Todos para o Nintendo Entertainment System, ou NES, o famoso Nintendinho 8bits! Em 1991 saiu um remake, que englobava o primeiro e o segundo jogo. Em 1993, se não me engano, saiu o remake do III. O IV não ganhou remake, o que é uma pena, pois muitos consideram o melhor dos DQ de NES. Em 1992 Saiu o V game da série, exclusivo no Japão e em 1995 o VI game, que muitos consideram o melhor da franquia. Em 2000 e 2004 tivemos games da série para PSone e PsII, respectivamente. Joguei o VII jogo no Ps2, mas já não achei tão... "Mágico" ou interessante quanto os mais antigos. Mas é um bom game. Não tenho muito mais para falar sobre a série. Os jogos mais recentes não joguei, por falta de oportunidade e também pelo fato de serem online, ouvi dizer. Dragon Quest, uma série que prima pela simplicidade e tradição, ao menos até onde eu joguei.

8 - Série Diablo

Ano: 1996 - ????
Estilo: Rpg de Ação
Plataforma: Pc/Mac e PSone (Só o primeiro saiu para console)
Desenvolvedores: Blizzard

No ano de 1996 nossos monitores foram invadidos pela entidade conhecida como Diablo. Um demônio que veio para causar rapaziada. Rosh. Sim, esse game foi o game que praticamente levou a Blizzard nas costas. Antes eles haviam lançado apenas alguns títulos de impacto, como Lost Vikings, Warcraft e Rock 'n Roll Racing. Mas depois de Warcraft e Diablo, a blizzard resolveu que só ia investir nessas séries, e eventualmente no Starcraft, mas estamos aqui para falar de Diablo! Rosh. Antes do Diablo o gênero hack & slash já existia, mas não era de muito sucesso. Isso era mais uma onda dos games de plataforma, de ação pura. Diablo veio para mudar. No começo você já escolhia qual classe seria pro resto do game. Bárbaro, mago ou rogue, algo tipo assassino ou ladrão, um meio termo dos dois. Durante o game você exploraria apenas um mapa, uma única masmorra com vários níveis. No final, o chefão, Diablo em pessoa, ou melhor, em demônio. Rosh. Na única cidade você poderia comprar armas, armaduras e poções, entre outras coisas para ajudar na aventura. Depois do enorme sucesso do jogo a Blizzard lançou uma expansão, com uma campanha a mais. Em 2000 saiu o Diablo II. Considero muito superior ao original. As classes agora eram Paladino, Bárbaro (Mesma coisa que o bárbaro do Diablo original), Amazona (parecida com a Rogue do anterior), Feiticeira (parecida com o mago) e necromante (minha classe favorita, ressuscita os mortos para te ajudar). Diversidade de mapas e a dificuldade muito maior. Sendo quatro campanhas. Três contam com oito missões e a última com três missões. Muito mais armas, inimigos e cenários. Dificuldade mais equilibrada, existem quatro níveis diferentes de dificuldade, sendo que são progressivamente, e esmagadoramente, mais difíceis que os anteriores. É gamers dessa geração, cuidado com o Diablo II... E o sucesso foi ainda maior que o primeiro, vindo em 2001, apenas um ano depois do lançamento do game, sua expansão, Lord of Destruction. Duas novas classes, Druída (controla a natureza, conjura animais e se transforma neles, minha classe favorita junto ao Necromante, mistura o melhor do mago com o melhor do guerreiro) e a Assassina (uma ninja, MUITO foda).  Então, e o Diablo III? O Diablo III foi uma enrolação do caramba. Demorou doze anos para sair. Isso, saiu esse ano. Foi pior que o disco novo do Guns N' Roses, só que ao contrário do Guns, não decepcionou. Bom, ouvi dizer, não joguei o terceiro game ainda. Rosh. Mas é isso, sem muito mais para falar de Diablo.

7 - Mass Effect 2
 

Ano: 2010
Estilo: Rpg de Ação (Futurista e de tiro em terceira pessoa)
Plataformas: Xbox 360, Ps3, PC
Desenvolvedores: Bioware

Não vou comentar a série por dois motivos. Primeiro, já falei desses games no blog, neste link:
http://www.opoderosovacao.blogspot.com.br/2012/07/edicao-extra-especial-games-do-xiboca.html
E segundo, só joguei os dois primeiros games, o terceiro ainda não joguei. Mas e aí? O que esse game traz de tão inovador? Não é que seja inovador, mas e sim de legal. Mass Effect 2 tem tudo o que o 1 tem e é mais simples e mais divertido, e ainda sim, mais completo. Em primeiro lugar, a história de Mass Effect é uma das mais cinematográficas e interessantes de todos os Rpg's já feitos. Não fizeram um filme de Mass Effect? Não sei porque. Já deveriam ter feito. O enredo chuta os colhões de qualquer filmeco de ficção cientifica  Quem quiser saber mais, leia o post sobre o game. O negócio é o seguinte. Jogue! Recomendo demais. ME 2 é aquele tipo de game que você nunca vai se esquecer. E vai adorar.

6 - Série Fallout (Especialmente Fallout: New Vegas)

Ano: 1997 - ????
Estilo: Rpg de Ação (Pós-apocalíptico) de tiro (mas com possibilidade de usar armas brancas)
Plataformas: DOS/PC/Mac/Ps3/Xbox360
Desenvolvedores: Interplay e depois Bethesda

Falei de um game da Bioware e agora vou falar de um da Bethesda! Assim como a Bioware e a Blizzard essa é uma empresa que você pode ter certeza de uma coisa. Eles não lançam tantos games, investem mais em séries, mas quando lançam algo, vish, é pra curtir e MUITO! A série Fallout não é diferente. Tudo bem que o Fallout era originalmente de outra empresa, a Interplay, que têm ótimos jogos. Mas a partir do terceiro game da série a Bethesda assumiu o controle. Em 1997 é lançado o primeiro Fallout. Visão isométrica, jogo de turnos, boa história, elementos de ação pós-apocalíptica e comédia. Foi um sucesso razoável, o suficiente para sair uma continuação em 1998. O Game era basicamente o mesmo, a mesma engine, só que mais "bonitinha". Um enredo seguindo a história e tal... Gosto muito desses games, mas o que me cativou foi o último da série, lembrando que não joguei o terceiro. Tem o Tactics também, mas esse eu fiquei sabendo da existência nesse momento, rosh. Enfim, comprei o Fallout: New Vegas, quarto game da série. Que jogo. Foi lançado antes do Skyrim (que é da Bethesda também e falarei a frente), por isso a jogabilidade é bem parecida. Muitos podem estranhar, é meio dura... Mas acostuma-se facilmente. É um jogo com ambientado em uma Las Vegas destruída por uma guerra nuclear, bem ao estilo da Austrália dos filmes Mad Max. Dinheiro não tem valor. O negócio é tampinha de refrigerante (isso mesmo, essa é a moeda corrente no jogo), água, gasolina, refrigerante e armas. Você cria seu personagem, que levou um tiro na cabeça, vish. Mas já se recuperou. Aí você tem que ir atrás do seu desafeto. Durante sua caminhada você irá se deparar com diversas facções. Se juntar a elas ou não é opcional, muito embora para terminar o jogo é obrigatório se unir a uma das duas grandes facções, NCR ou Caesars Legion. Enfim... Isso eu explicarei melhor em um post reservado ao Fallout: New Vegas, aguardem. Enfim, vamos seguindo na lista que tem ainda 5 posições para falar.

5 - Série Phantasy Star

Ano: 1987 - ????
Estilo: Rpg de turno
Plataformas: Master System e Mega Drive
Desenvolvedores: Sega

Em 1987 a sega resolveu entrar na disputa dos rpg's. Ao contrário do DQ que não deu muito certo no ocidente, Phantasy Star foi sucesso enorme. Pode-se inferir que seja por vários motivos. Foi um dos primeiros games a ter uma protagonista, sim, uma mulher como personagem principal. Aí você me diz: "Ah Don Vacorleone, mas o Metroid tinha a Samus, que era mulher também!" - Sim jovem gafanhoto. Mas lembre-se, a Samus só foi revelada como mulher no final do game, e mesmo assim... Bom, é isso. Rosh. Outro motivo talvez tenha sido a capacidade gráfica do Master System. Gráficos muito mais belos e bem elaborados que o do pobrinho NES. A história também era um pouco mais elaborada. Allys era uma jovem de quinze anos quando viu seu irmão, Nero, sendo morto pelos guardas do Rei Lassic (La Shieck no original). Nero, em suas últimas palavras, pediu vingança e justiça. Que ela procurasse Odin (Não, não é o pai de Thor não), um guerreiro que a ajudaria. Bom, ela, sendo uma boa irmãzinha, pega sua espada e vai em busca de Odin para poder dar fim a Lassic. Com a ajuda de Myeu (um gato falante!) e Lutz (Noah nos EUA, usarei o nome japonês por questões de entendimento da saga), um poderoso mago, eles conseguem destruir o mal espalhado por Lassic. Contudo descobrem que ele era apenas um boneco do verdadeiro inimigo. Dark force, ou Dark Falz, esse sim é o verdadeiro inimigo. O game foi um tremendo sucesso, sendo que chegou no Brasil em português em uma tradução meio furreba da Tec-Toy. Em 1989 saiu para Mega Drive o aclamado Phantasy Star II. Mil anos se passaram da morte de Lassic. O planeta que o jogo anterior se passava, Palma, planeta dos seres humanos, foi destruído e agora o game se passa em Motavia. Antes era um terrível deserto habitado por criaturas gigantes, agora, por causa do Motherbrain, um computador super-sofisticado, se tornou um lugar de clima agradável, que lembra muito a antiga Palma. Você controla Rolf, um agente do governo que deverá investigar mistérios por trás de Motherbrain. Durante a aventura você conseguirá ajuda de diversos amigos e blá blá blá. O Game, para os padrões da época, era ABSURDAMENTE DIFÍCIL! Tanto em batalhas, quanto em saber o que fazer ou então como se orientar em uma masmorra. Aliás, as masmorras do primeiro eram mais difíceis, todas em primeira pessoa, exigindo que você fizesse um mapa a mão ou então tivesse um mapinha desses de revista. No segundo game isso mudou, são masmorras vistas de cima, mas são verdadeiros labirintos. Até mesmo a primeira masmorra é um complexo, cheio de teletransportes e becos sem saída. Ouso dizer que Phantasy Star II é um dos rpg's, quiça um dos games, mais extremos e difíceis de todos os tempos. Dark Souls? Pff... Dark Souls é brincadeira de criança perto de PS2 (Ok, nem tanto, Dark Souls é de uma dificuldade BRUTAL também, mas enfim)... O Game era excelente. A história? Sensacional! Até hoje é uma das mais interessantes do mundo dos rpg's, acredito que sendo superada por apenas alguns jogos da série FF, Mass Effect e Chrono Trigger. O tom da história é sombrio, com um final ambíguo, você não sabe muito bem se sobreviveram a missão final ou não... Em 1991 sai o famigerado Phantasy Star III: Generations of Doom. Muita gente odeia esse game. Eu não odeio. Acho que é um bom rpg. Tudo bem, ao jogar, mesmo estando no fim do game, você sempre terá a impressão de ser algo mal acabado, feito as pressas. Inclusive na época de lançamento teve um boato de que o game não era para ser um Phantasy Star. Era para ser outro game, mas a Sega mudou o título em cima da hora. Isso explicaria como o game é tão diferente de todos os outros Phantasy Star's do Master e do Mega. Mas de qualquer maneira, esse game trás uma inovação muito interessante. Você começa com um personagem. Durante os eventos você conhece outros personagens e chega em um ponto da história que você tem que tomar uma decisão. Se casar com Fulana ou Beltrana. Se escolher Fulana, terá um filho e seguirá uma história, se escolher Beltrana, terá outro filho e seguirá outra história. E isso acontece com os filhos dessa segunda geração. Ou seja, são Três gerações e pelo menos 6 possibilidades de história a partir da segunda geração. Isso foi incrível! Mas mesmo assim o pessoal torceu o nariz. Principalmente pelo fato de ser uma história meio paralela e ficou parecendo que não era um game canônico  sendo meio forçada a inclusão na história. Em 1993 (no Japão) e 1995 (EUA) sai o Phantasy Star: The End of Millenium, também conhecido como Phantasy Star IV. O Game toma a história original de volta. 1000 anos após a destruição do Motherbrain, Motavia voltou a ser um planeta com mistura de climas, mas sendo que o semi-árido predomina. E curiosidade, teoricamente PSIV se passa ao mesmo tempo que PSIII, porém PSIII não se passa no sistema solar de Algol (sistema fictício da série), mas sim em uma gigantesca (do tamanho de um planeta) nave espacial. Absurdos (ou não) a parte...Você controla no começo do Jogo Allys e Chaz, dois caçadores contratados para desvendar os mistérios que ocorrem em uma universidade. Você irá encontrar diversos amigos e inimigos durante sua jornada. E não vou contar mais sobre a história do game. Recomendo que jogue! Pegue um emulador de Mega Drive (se você tiver o MD procure um cartucho, vale a pena) e jogue PSIV. Em comparação com a dificuldade dos anteriores esse game é uma piada. Muito fácil. Lógico, há desafio, PS não é uma série fácil, mas esse game não apresenta desafios absurdos como o primeiro e o segundo. E em questão de história, jogabilidade e personagens, acredito que seja o mais completo e equilibrado. E no meu caso, o único que eu realmente me liguei aos personagens. Eles são bem carismáticos. É isso. Chega de PS, não joguei os games que vieram depois, por isso nem os mencionarei.

4 - Série The Elders Scroll

Ano: 1994 - ????
Estilo: Rpg em primeira pessoa/Terceira pessoa
Plataformas: PC/Ps2/Ps3/Xbox 360
Desenvolvedores: Bethesda

Outra série da Bethesda. E essa, vish... Essa é de matar. The Elders Scroll veio ao mundo em 1994. E foi um game, altamente baseado em três elementos: Tolkkien, G.R.R.Martin e Dungeons&Dragons. Ao menos é o que sempre percebi nos elementos do game. O primeiro foi o Arena. Atualmente você pode baixar o Arena e o Daggerfall (seguinte da série, lançado em 1996) de graça no site oficial da Bethesda, ao menos eu fiz isso alguns meses atrás... Mas enfim. A jogabilidade é bem esquisita a primeira vista, mas se formos levar em consideração a qualidade gráfica (para a época) e o tamanho do mundo desses games (acreditem, é GRANDE!), vamos entender a "dureza" dos comandos. Joguei muito o Daggerfall (1996) que veio em um cd, desses que vinham com 30 demos pra gente instalar. Depois nunca mais ouvi falar da série. Até 2007, por aí, quando ouvi falar do Oblivion, mas nem dei muita bola pois ouvi apenas OBLIVION e não The Elders Scroll  IV: Oblivion... (Sim, tivemos Morrowind, o terceiro game da série em 2002). A minha atenção se voltou apenas em 2011, quando fui a uma loja de games e vi: THE ELDERS SCROLL V: SKYRIM. O cara da loja disse que era um dos melhores games, que ele estava perdendo sua vida social por causa dele e blá blá blá... Resolvi levar pra testar. No começo achei meia boca. Jogabilidade "estranha" (Não é ruim, mas a primeira jogada é meio estranha mesmo), os personagens meio sem vida... Deixei de lado. Depois de alguns meses, resolvi dar uma nova oportunidade. Comecei a jogar a sério. Percebi que estava viciado no jogo quando eu vi que já tinha dois personagens. Um no Lvl 50 e outro a caminho do Lvl 35... Nem vou entrar em mais detalhes. Merece uma resenha própria. Próximo!

3 - Earthbound

Ano: 1994 (JP) 1995 (EUA)
Estilo: Rpg de turno
Plataforma: SNES
Desenvolvedores: Ape e Nintendo

Muitos nem sabem que game é esse. E a verdade é que não foi um tremendo sucesso, mas cara... Que game DA HORA! É o único jeito de descrever Earthbound. Originalmente lançado no japão como Mother 2 (Sim, o Mother 1 é do NES 8bits, e nunca foi lançado fora de lá. Seria lançado como Earthbound, porém não vingou, e Mother 2 virou Earthbound...coisas de softwarehouses...) é um rpg ao estilo Dragon Quest. Simples. A história, vejam só, se passa nos dias atuais em algum lugar fictício, mas que lembra algum lugar do interior dos EUA. Você é um garoto, acredito que seja NESS o nome, pelo menos que eu me lembre. Um dia você está em casa e seu vizinho, um gordinho que parece o Eric Cartman, te chama para ver o meteorito que caiu ali perto. Você vai lá e um poder misterioso te envolve. A partir daí você se vê enrolado em uma conspiração alienígena. O Game é repleto de humor e algumas, raras e sutis, referencias pop... Um exemplo é a banda Runaway Five, que você precisa ajudar a se livrar de um contrato ruim... Me lembra vagamente Blues Brothers... Enfim. O game é viciante e cativante. Quem não jogou, recomendo e MUITO!

2 - Série Final Fantasy

Ano: 1987 - ????
Estilo: Maioria é rpg de turno, alguns com sistemas de batalha diferentes
Plataforma: Várias, NES-8bits/SNES/Psone/PsII/Ps3/Xbox360/PC/etc...
Desenvolvedores: Squaresoft/Square-Enix

Essa é a minha série favorita de rpg's. Originalmente lançado em 1987 era para ser o último game de uma softwarehouse que estava quase em falência, a Squaresoft. Era tudo ou nada. Ou o game seria um sucesso ou eles fechariam as portas. Por isso o nome, Final Fantasy (Fantasia Final), o que não deixa de ser uma ironia, visto que é a série de rpg que tem mais continuações e spin offs. Só da série principal são XIV (14 ou catorze/quatorze) games! Fora os spin offs, como as séries Christal Chronicles, Chocobo num sei que lá, Dissidia, Mana Séries e Kingdom Hearts... Uffa...Ao todo devem passar fácil de 30 games. (Carece de fonte)... Mas enfim. O game original é muito dificil, o segundo também. O terceiro nem tanto. O quarto, médio... Às vezes bem difícil, às vezes bem fácil. O quinto é fácil. O sexto também.. O sétimo é médio/fácil. O Oitavo é mais desafiador que todos desde o terceiro, porém... Não é muito difícil. O Nono, nunca joguei muito pra afirmar. O décimo é fácil no geral, tirando os chefes opcionais, ai o bicho pega. O XI não joguei e o XII, joguei pouco. O XIII é razoavelmente fácil, tirando alguns inimigos opcionais e os chefes finais. Aí a coisa complica. O XIV não joguei. Em relação a história, não há relação entre os games. Exceto o X e o XIII, que são os únicos que possuem continuações diretas, respectivamente X-2 e XIII-2. Mas não joguei, por isso não posso falar nada. Não vou ficar comentando especificamente sobre cada detalhe de cada game. Visto que esse texto não teria fim. Rosh. O negócio é o seguinte. Joguem o Primeiro, o terceiro, o Quarto, o Sexto, o sétimo, o décimo e se tiverem curiosidade, joguem o décimo terceiro. Os outros games da série jogue também, mas não são tão empolgantes quanto os citados. Destaque para o VI e o VII, que na singela opinião desse que vós escreve são dois dos três melhores rpg's já lançados.

1 - Chrono Trigger

Ano: 1995
Estilo: Rpg de turno
Plataforma: SNES (Remake para Psone e Nintendo DS)
Desenvolvedores: Squaresoft (Em parceria com alguns membros da Enix)

Eis o melhor RPG eletrônico da história. Também pudera. Staff dos sonhos. Membros da Square responsáveis pelos Final Fantasies e alguns da Enix, entre eles o lendário Akira Toroyama, responsável pela arte da série Dragon Quest e também pela, desconhecida, rosh rosh, saga Dragon Ball (o DB e o DBZ). Esse game foi tudo o que qualquer RPG sempre quis ser. Profundo em suas discussões (Sobre o fim do mundo, a posição do homem na história, imposição de dogmas, preconceito, amor, amizade), profundo em sua história e com muita ação e doses homeopáticas de drama e comédia. E é impressionante o que um personagem mudo como Chrono pode fazer. Ele é um dos mais carismáticos de toda a história dos games sem jamais ter falado uma palavra apenas. Quem dera você não fosse um emo chorão, ein Squall? Rosh!
Jogabilidade fácil, simples. Sistema de batalha por turnos, porém extremamente dinâmico. A dificuldade é razoável. Nada que uns "level-ups" não resolvam. Agora uma das partes mais interessantes. 13 finais diferentes. Uns falam 14, outros 15. Mas oficialmente, que eu saiba, são 13. Cada um dependendo de que parte do game você zerar. Ex: Você zera uma vez. Quando reiniciar o game aparece a opção, New Game +. Você começa um novo jogo, com o nível de experiência, dinheiro, armas e itens que tinha no game anterior. Podendo zera-lo praticamente de qualquer ponto. Os finais em si não são assim, uma coisa de outro mundo. Tirando uns 4 ou 5 finais que são bem legais, o restante fica apenas em algum detalhezinho, uma telinha diferente, etc... Mas creiam no que eu falo, jovens gamers desse mundo. Chrono Trigger é o melhor rpg já lançado! Um Abraço!



Menções honrosas: 

Série Zelda, principalmente a trilogia do NES e o "A Link to the Past", do SNES, que muitos consideram o melhor rpg de ação japonês de todos os tempos. Eu considero sendo jogos acima da média, porém nunca me fascinaram tanto quanto outros games que citei. Gosto é gosto.

Cursus de sapientia philosophiae buteco

Cursus de sapientia philosophiae buteco: O enigma e o fenômeno das redes sociais


                      Quando temos aquele tempinho livre, nós, cidadãos do mundo moderno vamos aonde? Vamos ao facebook! É, pensou que eu ia dizer que vamos à praia? Errou. Rssss
                     Pois veja bem, rosh rosh (risada de pigarro, inventada pelo meu amigo Edson Quintiliano), estamos falando do facebook! A maior rede social, a mais ativa, a mais...descolada. Todas as pessoas legais têm facebook! Até mesmo pessoas como eu e você, sim, nós também temos facebook. E sempre que vou lá dar uma olhadinha, me deparo com uma "orkutização", ou, desculpem o termo, "fudelância" do mesmo... Agora você me diz: "Mas Don Vacorleone, isso é exagero seu. O facebook, ou simplesmente "face" como é carinhosamente apelidado pelos amiguitos da rede, não está assim... tão orkutizado". Olha meus amigos... Eu vou dizer e, como profetizou Zagalo, vocês vão ter que me engolir! O Facebook não é mais o que deveria ser, assim como o orkut (desde 2008, esse já foi pro quiabo faz tempo). O senhor Mark Zureberg e seus amiguitos com certeza não estão nada satisfeitos com o comportamento dos brazucas nessa rede social, assim como em qualquer porcaria de lugar, brasileiro vai e faz merda. Desculpem os ultra-nacionalistas, eu sou um cara patriota. Nos shows da minha banda eu levanto a bandeira do Brasil. Na minha vida pessoal, profissional e até mesmo na cibernética, tento ao máximo demonstrar as coisas boas que nosso país tem e tento lutar por ele, sendo um cidadão consciente de meus deveres e direitos, e toda essa pata quada que o pessoal pseudo-revolucionário de esquerda fala e os pseudo-democratas reacionários de direita ficam enganando os outros, sabe, esse discursinho. Que na verdade é o que deveríamos fazer, sim, sermos pessoas boas, honestas e lutar pelos direitos e deveres e blá blá blá. Mas enfim, não vou ficar me prendendo a clichês. Voltando ao assunto... O Facebook está sofrendo de duas coisas. E eu gosto de chamá-las de "Enigma" e "Fenômeno". Ambas relacionadas à outra coisa, e essa eu costumo chamar de "Fator X", X de xarope. Que é o que o brasileiro, infelizmente, é nas redes sociais. Um baita de um xarope. Lógico, não vou ficar pagando pau pra gringo, eu não faço isso. Eles também têm as xaropices deles. Mas eu sou brasileiro e mostrarei minha revolta contra meus conterrâneos. Vamos lá. Primeiro, enigma. O enigma que me refiro é: Que raios esses xaropes tem na cabeça? E o fenômeno é o do pseudo-existencialismo. Crises em geral, de algumas pessoas que não tem problemas reais, porém insistem em se fazer de vítima e coitados no facebook, pra outros xaropes que não estão dando a mínima para o que acontece com esses primeiros xaropes. Um exemplo de cada. Enigma: "O que tem pra fazer hoje?", "Qual é a da balada?", "Partiu acadêmia”...
Agora o exemplo do Fenômeno: "Você não sabe o que eu estou passando”, “Você que fuça no meu facebook, eu sei que é inveja", "Esta pessoa quer formatar o coração".

AAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHA

                        Que coisa ridiculamente estúpida. Fora as demonstrações de ódio racial, religioso, e os pseudo-ismos e pseudo-revoltados... Gente que se torna vítima da sociedade, mesmo sendo parte da maioria MASSIVA... Mas se é maioria, já não é massiva? Não jovem... A Maioria não é valor absoluto. Maioria pode ser de 50,1% até 99,9%... OU SEJA, 50,1% é maioria e 99,9% é maioria MASSIVA! ENTENDESTE OU QUER QUE TE DESENHES? rosh rosh rosh!

                      Bom, enfim....Ficar postando que você curte a balada, vai pra acadêmia, foi traído(a), o(a) namorado(a) deu um pé na bunda, se odeia judeus, homosexuais, heterosexuais, irlandeses, tucanos, petistas ou rockabilly's, é um problema seu... Fique a vontade de ser uma besta quadrada. Mas pelo amor de Cristo de patinete descendo a ladeira perto de uma encruzilhada onde o Steve Vai fez pacto com o capeta naquele filme de 1986 com o carinha do Karate Kid... Faz um favor? Vai pra casa do senhor, seu Carlos Alho, conhecido também como Caralhitos.


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Os piores filmes que você, talvez, queira (ou não ) assistir.

Começo mais uma nova sessão aqui do Poderoso Vacão.
A continuação da saga "O Poderoso Chefão" fica pra depois.
Agora vou falar de um filme, se é que eu posso chamar de filme isso, que assisti essa semana com minha esposa. Mas antes de qualquer coisa, vamos falar sobre essa nova sessão:

Os piores filmes que você, talvez, queira (ou não) assistir.

São filmes de todo o tipo. Alguns trash, lado b mesmo (alguns até lado c ou d...até mesmo z) outros são produções grandiosas, praticamente blockbusters . Mas que fique claro, não estou aqui pra causar discórdia (talvez só um pouquinho). Opinião todos temos, alguns mais lúcidas, outros mais ácidas, enfim... Esses filmes que irei abordar são pérolas... Podem ser tão toscos que acabam sendo bons (por isso a indecisão no título, um exemplo é Náusea total (Bad Taste) do diretor Peter Jackson, sim, aquele mesmo da trilogia O senhor dos Anéis. Náusea total é tosco, nojento e absurdo, mas, na minha opinião, MUITO BOM e um clássico... Agora, um exemplo que entrará nessa sessão, só que na parte de filmes que você talvez não queira assistir, é o recém lançado "O diabo no banco dos réus" (EUA: Suing the Devil). 



Ah! Um filme jurídico sobre o diabo!
Olha a capa aí meus amigos. Opa, pera lá... Malcolm McDowell? Não é o Alex de Laranja Mecânica? SIM! Ele mesmo! Aí você pensa..."Poxa, o cara é ótimo ator! Fez ótimos filmes! Ele também fez Evilenko (recomendadíssimo, qualquer hora falo sobre ele), Caligula (McDowell também manja das putaria rapá, pensa o que? ehhehe), O livro de Eli, e alguns outros filmes não tão famosos, mas bons... Bom... Ele é um bom ator... O filme não pode ser ruim... " Só que é aí que você se lembra: "Pouts, o cara fez umas bombas também...Dorian, O Guerreiro da estrela Polar (Fist of the North Star, baseado no aclamado manga e anime Hokuto no Ken, que aliás é um ótimo anime, e um mangá excelente também, mas o filme, tsc...horrível...contudo McDowell é o único ator que atua de verdade nesse filme)...entre outros fiascos..." Aí sua certeza de ser um bom filme entra em declínio. Mas calma, olha essa capa cara! Olha esse argumento! Um homem, Luke O'Brian, interpretado pelo grande ator Robert DeNiro! Brincadeirinha! Quem faz esse tal Luke O'Brian é um tal... Bart Bronson... (nunca ouvi falar...mas....enfim). Esse Luke O'Brian é um zelador, que nas horas vagas estuda direito, olha...no Brasil isso dificilmente aconteceria, mas tudo bem. Acontece que a mãe dele morreu, atropelada por um motorista bêbado. O cara tenta matar o assassino, mas esquece de por as balas no revolver. Olha só! Providência divina! E aí que entra o tom do filme. Sim! É um filme cristão. Você olha a capa e pensa, ahá! Um suspense jurídico! Ou então um terror sobrenatural! Um thriller paranormal! Na pior das hipóteses uma comédia de humor negro... Mas não meus amigos...Tudo balela... é um filme cristão. Agora, nada contra filmes cristãos... Eu mesmo já assisti "A Vida de Brian" diversas vezes. ROSH! (Risada de pigarro) Bom, sem brincadeiras... Assisti "Redenção", um ótimo filme cristão. Bem produzido, bem atuado e com uma ótima história... Mas...e o filme em questão, "O diabo no banco dos réus"? Ah sim. Então, Luke O'Brian, nosso querido herói cristão, entende que o fato de ter esquecido as balas era uma mensagem de Deus... Não matarás! Olha o mandamento aí gente. Como diria o capiau, "entoncê" ele pensa que todos os problemas da humanidade são culpa do demônio, e O'Brian, sendo um homem de Deus, resolve partir para uma cruzada santa. Porém sua luta é nos tribunais. Nada de espadas, cruzes e mantos de templários. Apenas papéis, cadernetas, pastas e horas e mais horas no tribunal. O tal bom samaritano decide processar o diabo em 8 trilhões de dólares! Eita... Nem Deus é tão rico assim. Agora temos um novo sentido a expressão "pobre diabo". Bom, todos pensam "ele é louco"... Ou não? Então que surge a figura antológica de Malcolm McDowell... Lúcifer, satanás, Mephistopheles, o coisa ruim, o tinhoso, o cremunhão, o capeta, etc... Disposto a lutar por seus direitos. Aí começa um longo e árduo processo. Enquanto Satanás contrata uma equipe formada pelos mais brilhantes advogados de todo o mundo, O'Brian convida sua amiga, recém formada na universidade para no primeiro caso processar o próprio tinhoso. Eitcha!!!! Que dureza...toma um dreher! Olha a propaganda fio!
Bom... daí pra frente é uma avalanche (desculpem a expressão) de merda mole. Nada parece fazer sentido no filme. Bart Bronson, e todos os outros atores, exceto McDowell, parecem levar o enredo e o filme MUITO a sério. MAS não sabem atuar! São péssimos, horríveis! Acredito que o cara que fazia o pai da Kristy em Hellraiser (Renascido do inferno) era um ÓTIMO ator perto desses caras, e Bruce Campbell (sou fã desse canastrão) merecia um oscar de melhor ator por Evil Dead (A morte do Demônio, Uma noite alucinante II), um outro por Evil Dead II: Dead By Dawn (Uma noite alucinante), mais um por Army of Darkness (Evil Dead III, ou então Uma noite Alucinante III), um de melhor comediante por My name is Bruce (Meu nome é Bruce), e finalmente um por resumo da obra, quando comparado a qualquer ator desse filme, lógico, tirando McDowell dessa comparação esdruxula... Ufa... Bom, acontece que todos se divertem brincando de atores. Menos McDowell! Vou falar do cara então. Ele faz um diabo "comédião", e uma cena que eu ri de verdade foi quando chegou um garoto e disse pra ele "Satanás, sou seu fã! Eu adoro você! Sou fã do KISS também!", o diabo olha pra ele, abaixa o óculos e diz "Fã de quem?", o garoto, empolgado, responde: "Fã do KISS!" - Então o diabo lhe acerta um chute no saco e diz que odeia o KISS, ele gosta mesmo é do Tom Jones! Há! Há! e Há! Sensacional! Bom, enfim... McDowell é o único que não leva a película a sério. Atua debochando e quando tem que ser sério... Não é, parece mais uma caricatura de vilões de desenhos dos anos oitenta, desenhos tipo cartoon, como Caverna do Dragão e He-Man... Ou seja, o cara é bom, sabia que o filme era uma merda, desculpem o palavreado novamente, e resolveu avacalhar de vez com essa bomba. Enfim, chega de falar dessa desgraça, só vou chegar as considerações finais.
Me perdoem por esse filme lixo!

O argumento é bom, se você aceitar uma doideira dessas, a capa é boa, pra enganar os trouxas...que nem eu, Malcolm McDowell faz um diabo cheio das estripulias, uma versão caricata dos vilões de desenho de sábado de manhã, o desenrolar da trama é péssimo, lento em algumas partes e rápido em outras, a atuação é uma das piores que já vi na vida, sem comparações plausíveis. Esse filme é tão ruim, lembrando que é um filme cristão (o que não quer dizer nada, existem bons filmes cristãos, Redenção é um exemplo), que deveria doer na alma de um cristão assisti-lo, deveria trazer vergonha e desonra para quem é da fé cristã.  Jesus Cristo em pessoa deveria descer a terra e dar um tiro de 12 na cabeça do desgraçado que inventou de filmar essa porcaria! Brincadeirinha! Não é pra tanto, só uma surra já dava! ROSH! Enfim... Vi por aí que muitos ateus estão bombardeando o filme. Muitos cristãos (os "ceguetinhas") estão elogiando, dizendo que é a oitava maravilha do mundo moderno. Pera lá... Não vamos ser idiotas. O filme é uma merda. Não precisa ser ateu pra achar isso. Um cristão que tem um mínimo de visão crítica e entende de arte, cinema, cultura, blá blá blá, saberá dizer: Esse filme é um tremendo lixo! Prefiro assistir Jesus Cristo caçador de vampiros.

Consideração final? Nem precisa, já disse tudo que tinha pra dizer dessa bomba. Faça um favor a si mesmo e não assista essa ...essa...essa coisa! CORRA PRAS COLINAS!

sábado, 21 de julho de 2012

Filmes: O Poderoso Chefão - Parte 1



Don Vito Corleone
Apague a luz. Acenda apenas algumas velas ou uma fraca luz de gabinete. Acenda um cigarro ou charuto e deixe ele queimar no cinzeiro. Encha um copo com whisky. Coloque no toca discos (NOSSA TOCA DISCOS!!!!) o som "The Godfather Waltz" do compositor Nino Rota. Agora chupe um limão e coloque duas azeitonas na boca, uma em cada bochecha. Pronto... Você é Don Corleone. NãoOooooaooaoaoooooOOOO!  Mas você irá se sentir como Don Vito Corleone, o grande padrinho, ou o Poderoso Chefão. Não tenho palavras para descrever o quão bom e o quão rico, o quão importante e o quão magnifico é esse filme. E a trilogia como um todo? Nossa. Sem palavras novamente. É necessário assitir, e na ordem de preferência. Nem vou falar das obras originais de Mario Puzzo, escritor da série "The Godfather", que também participou do enredo e da direção dos filmes. Vou me focar apenas nas versões cinematográficas, dirigidas pelo espetacular Francis Ford Copolla. Para começar, o filme que inicia a saga.

O Poderoso Chefão se passa em meados da década de quarenta, logo após o fim da segunda guerra mundial. Começamos o filme no escritório do próprio, do grande, do temido, do respeitado, do único... Marlon Brando, no papel do iconico Don Vito Corleone. Ele está atendendo seus "amigos". Sabe-se que na máfia siciliana um homem deve atender a todos os pedidos feitos no dia do casamento de sua filha, e é isso que está acontecendo no momento. Enquanto a festa acontece, Don Corleone está conversando com diversos amigos, parentes e conhecidos. Tudo o que ele quer é respeito... e talvez um dia...outro favor em troca. Nas palavras dele mesmo, pode ser que esse dia nunca chegue, mas quando chegar, ele vai cobrar.

Al Paccino é Michael Corleone, que até metade do filme não "cheira nem fede". Contudo depois se torna o antológico sucessor de Don Vito. Seu personagem, a principio, é o único membro masculino da família que evita se envolver com os negócios do "clã" Corleone. Tudo muda depois de certos eventos, sem spoilers aqui pessoal. Assistam para saber do que estou falando.
Michael Corleone

Seus irmãos mais velhos são Sonny, o brutamontes inconsequente interpretado por James Caan e Fredo, interpretado pelo talentoso John Cazale, porém infelizmente um talento disperdiçado, pois faleceu precocemente em 1978 devido a um câncer ósseo. Sonny é o oposto de Michael e Fredo. Michael é cerebral, lógico, racional, um homem quase frio, mas que sofre por dentro e calado. Fredo é tímido, um homem, falando em português claro, sem colhões, um covarde. Sonny por sua vez é passional e mulherengo, emotivo e sedutor. Até um certo momento fica claro que Sonny seria a escolha na sucessão de Don Vito. Porém dois eventos, um primeiro mais subjetivo e o segundo mais óbvio e decisivo, fazem  Don Vito Corleone escolher Michael em detrimento a Sonny e Fredo.
Sonny Corleone
Fredo Corleone


Existe também o advogado da família, irmão adotivo de Michael, Fredo e Sonny, o moderado Tom Hagen, interpretado pelo brilhante Robert Duvall. Um homem que diz "Um advogado com uma caneta e uma pasta pode roubar mais do que cem homens armados", então Sonny retruca: "Filho, se um dia tiver a possibilidade de ter cem homens armados do seu lado, não troque por uma droga de advogado". Filosofias à parte, se o copo está meio cheio ou meio vazio... O relacionamento na família vai de corriqueiro e amoroso a odioso e estranho. Algumas cenas são o extremo da realidade. Por exemplo, a irmã de Sonny apanha de seu marido. Sonny então vai atrás do cunhado e enfia uma surra épica no cara, humilhando o dito cujo em plena rua.
Tom Hagen

Os temas abordados vão desde a criminalidade óbvia da máfia, passando pelo relacionamento familiar, respeito a seus superiores e hierarquias, sejam familiares, sejam de outras origens, a economia do pós-guerra e da grande crise, uma critica ao capitalismo através de metaforas da máfia, os limites do que chamamos de moral e como ela pode ser flexivel, torpe ou contraditória. Enfim, existem diversos temas sendo abordados todos ao mesmo tempo nesse filme. Não é a toa que "O Poderoso Chefão" encabeça diversas listas de melhores filmes de todos os tempos. E não é pra menos, realmente, não somente o primeiro filme, assim como a trilogia, representam o melhor que o cinema pode oferecer, não somente como arte, mas també como diversão.
Dificilmente será feito um filme de extrema qualidade. A estética peculiar também é outro ponto que é de cair o queixo. O filme é escuro e soturno. Os produtores torceram o nariz, queriam um tom mais claro na fotografia. Porém Copolla e seus diretores de fotografia bateram o pé e disseram não. Existem tantos pontos positivos e impressionantes no filme que fica difícil citar todos.

Vou parar por aqui. Antes que eu comece a ficar redundante. Mas não se esqueçam, essa é apenas a primeira parte. Será uma trilogia, assim como o filme.

Edição EXTRA especial: Games do Xiboca: Saga Mass Effect




Anteriormente falei que não iria fugir dos temas filmes e música. Porém também disse que eventualmente falaria de games, quadrinhos e afins. E hoje vou falar sobre um dos jogos mais interessantes da atual geração de games. A Saga Mass Effect.
O primeiro game da série foi lançado em 2007 pela Bioware exclusivamente para a plataforma Xbox 360 da microsoft, que eu carinhosamente chamo de xiboca. Enfim. E vocês me perguntam: Don Vacorleone? Qual a história do jogo? Bom meus "amiguitos", acontece o seguinte, antes mesmo do jogo começar já há uma história por trás da trama. No século XXII (vinte e dois), mais precisamente em 2158, os humanos descobrem uma forma de energia revolucionária. O chamado mass relay, uma herança tecnológica da civilização extinta há cinquenta mil anos conhecida como Protheans. Devido a esse tipo de energia a exploração de galáxias distantes se torna possível. Os humanos então descobrem que existem diversas outras raças alienígenas inteligentes no universo e todas elas se reúnem na grande cidade chamada The Citadel, um centro econômico-político-cultural, outra herança dos Protheans, que serve de sede cosmopolita para o conselho das raças alienígenas. Tudo isso gera um clima muito semelhante ao que temos em filmes como Star Wars, mas lembrando, apesar de ser ficção cientifica, não há tantas semelhanças com Star Wars, apenas deixa aquele mesmo sentimento que temos ao assistir aos filmes, ou seja, é ÉPICO! Acontece que por mais de vinte anos os humanos tentaram ganhar respeito e confiança das outras espécies, sem muito sucesso. Até a chegada de ...você! No papel de Sheppard (Você escolhe o nome, que originalmente é John), primeiro oficial do Capitão Anderson. Depois de um ataque dos Geths, que são androides "rebeldes" criados pela espécie conhecida como Quarians, uma coisa "meio blade runner", à Eden Prime, primeira colônia humana do Universo, você se torna capitão da Normandy e descobre que há um traidor no conselho, o famigerado Spectre, espécie de polícia especial do conselho, uma mistura de swat/bope/cia/fbi/policia federal das galáxias, conhecido como Saren. Ele é da raça dos Turians, uns aliens muito invocados que lembram uma mistura de lobo com insetos gigantes, mas com corpos humanoides. A partir desse ponto sua missão é provar que Saren é um traidor e traze-lo ao conselho, para que seja julgado e punido. Existem muitas reviravoltas na trama e nem sempre os vilões são motivados por ambições fúteis como dominação do universo ou ganho de riquezas. Durante sua jornada você vai juntando amigos e companheiros a sua tripulação. Você pode tratar todos, inclusive NPC's (Non Playable Carachters, ou em português, personagens não jogáveis, "os hominho que a gente não joga no jogo"), de três formas. Bem educadinho, sendo sempre cortês, utilizando de bom senso e boas maneiras para resolver as situações, ser sempre imparcial, nunca tomar partido numa briga e ser sempre profissional, ou então, a mais hardcore, que é tratar todo mundo de maneira bem ríspida, ser um cara meio canalhão e direto. Lembrando que a última maneira não indica que você seja mal, apenas que acredita que os fins justificam os meios. Enfim. Eu pessoalmente não recomendo ser neutro (apenas seja neutro nas brigas de sua tripulação, procure não tomar partido de uma pessoa ou outra, isso pode afetar sua reputação com seus companheiros negativamente). Prefira ser uma coisa ou outra. Se você for educado, ganhará pontos de Paragon e se for mais "casca grossa", ganhará pontos de Renegade. Cada uma das duas opções habilita descontos em lojas, novas opções de conversa, que podem fazer você sair de uma situação sem ter que sair atirando em todo mundo. Um exemplo, se você tiver pontos de Renegade o suficientes e ver uns caras brigando na rua. Você chega lá e entra na conversa. Aí um dialogo em vermelho fica disponível. Se você escolher esse dialogo você vai bater em um cara e chutar o outro. Pronto, eles não vão brigar mais. 
 Agora, se você tiver pontos de Paragon, aparecerá uma opção azul. Usando esse dialogo, você irá conversar com eles, perguntar o que está acontecendo e tentar contornar a situação de maneira amigável.E isso nos leva a outro elemento interessante. Os relacionamentos. Você pode namorar as garotas da sua equipe, isso se você fez um personagem homem, se tiver feito uma mulher, vai namorar os caras. Não há relacionamentos homosexuais (ou homoafetivos, nem sei como se fala mais sem ter que ser processado), apesar de que dizem que no terceiro jogo haverá essa opção. Eita! Bom... Tudo vai depender se você conversar eventualmente com suas parceiras, ou seus parceiros, respeitá-los e ajudá-los. Bom, mas e aí, você zerou o primeiro jogo e vai jogar o segundo, e a Bioware inovou, trouxe algo MUITO bacana. Quando você começa o segundo game, tchã tchã! Você pode importar o save do primeiro e tudo o que você fez, as opções e caminhos que tomou, os relacionamentos que manteve e tudo mais será lembrado. Sensacional não? Bom, eu pelo menos achei. E não tem muito mais o que falar do Mass Effect 2, tirando algumas mudanças na jogabilidade, as batalhas no primeiro jogo era mais... "atire pra todos os lados", enquanto que no 2 se você fizer isso vai morrer em pouco tempo. O segundo jogo trouxe mais planejamento e estratégia. Você precisa se esconder atrás de muros e caixas para atirar com segurança. Isso no modo mais fácil, se você for tentar lutar em área aberta, morre em poucos tiros. No geral o sistema de jogo é o mesmo, com poucas modificações. Contudo o mais importante é a história do jogo. Não quero ficar fazendo spoilers, mas é uma das melhores. Depois que você conhece as motivações de Saren, derrota o real inimigo do primeiro jogo e se aventura pelo segundo, acaba por conhecer muito do universo de Mass Effect, que é realmente rico e bem trabalhado. E importante, os diferentes finais. Principalmente no 2. Se você tomou algumas decisões equivocadas, ou se não deu todos upgrades na sua nave, ou se ainda não conseguiu a fidelidade de seus amigos ou mandou eles em missões que não eram para sua especialidades, eles podem morrer e causar um efeito no final do game. Enfim... Não vou me prolongar mais. Ainda não joguei o 3 e faz pouco tempo que zerei o 2, mas comprarei o terceiro e verei o quão épico pode ficar uma saga tão rica e incrível quanto Mass Effect! JOGUEM E SEJAM FELIZES!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aquilo que não nos mata

Nos torna mais estranhos...
É como, profetizou Heath Ledger no filme The Dark Knight (Cavaleiro das trevas), ou para os leigos, aquele filme do "batimá" que tem o coringa (se bem que o correto na língua portuguesa é CURINGA... mas pela gramática "feia", foi trocado por coringa mesmo). E assim sendo, eis que MR.VACO morreu... Mas não se lamentem, meus poucos, porém caros leitores. Estou de volta, não como propaganda publicitária, parafraseando Rogério Skylab, mas sim dessa vez para delimitar os novos temas do antigo VACOTOMIA. A partir de agora vamos falar de dois assuntos: Música e filmes.
Como considero a trilogia "O Poderoso Chefão" a máxima expressão de arte hollywoodiana resolvi adotar esse novo alter-ego, Don Vacorleone. E me desculpem os fãs de filmes europeus e cinema de arte, mas tudo isso é muito chato! Não vou descartar produções nacionais ou estrangeiras, pois existem obras de arte MUITO boas fora de Hollywood, contudo dificilmente verão algum filme daqueles classificados como cult pelos pseudo-intelectuais. Enfim... e também falaremos muito de música, como já vinha sendo observado no antigo vacotomia.
Não vou ficar de muito "nhê nhê nhê" agora. Vamos deixar a coisa fluir.
Agradeço muito o incentivo da minha esposa Tânia A.Ilhesca. Sem ela eu não seria ninguém. Ou seria alguém muito preguiçoso para investir no meu blog. Risos. (Uma coisa que nunca entendi... Por que raios escrever risos, sem nem rindo eu estou, mas enfim... a internet e seus usuários. Há Há)

Só alguns adendos, antes de me despedir.

* Sim, o Cursus de sapientia philosophiae buteco (ou butecus) vai continuar! Com menos (ou menas, depende se seu português é BR, PT ou MT, não é Mato Grosso, mas sim de MARTE!)
* Eventualmente irei fugir do tema filmes e música, contudo será ou por uma nobre causa (por ex...falar de games fantásticos como The Elders Scroll V: Skyrim ou a Saga Mass Effect) ou então algo relacionado a cinema. (Ex: Quando for falar do filme "Batman: The Dark Knight Rises", terei que contextualizar falando dos outros dois filmes, falando brevemente das antigas franquias dirigidas pelo grande Tim Burton e pelo, grrrr, maldito seja, Joel Schumacher, grrr... Ah sim! Antes que esqueça, se falarei de tudo isso terei que citar contextualmente os quadrinhos do Batman, fugindo dos temas "filmes e música")
*Não pretendo mais falar sobre Tokusatsus, animes e mangas... Eventualmente posso faze-lo, entretanto não pretendo mais.
*Temas diversos como a seção de Hoax, conspirações e embustes podem aparecer eventualmente sem aviso prévio. Afinal de contas... É tudo coisa do tinhoso que se aliou aos comunistas para nos guiar para uma nova ordem mundial sob o comando dos iluminatis.

Enfim. "São isso" meus amigos.

E a partir de agora, me chamem de Padrinho.